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Publicado em 18/06/2009 23:53:13 Categoria: FIT

Sinopses das peças do FIT 2009 - Nacionais

"Sabe Aquele Site que todos estão procurando? Você achou!"

E SE... (Tato Criação Cênica)
A comédia aborda as muitas possibilidades da vida, através de simpáticos personagens que surgem em cena com pequenos adereços nas mãos dos atores. Uma criança de rua, um gari, um agricultor/feirante, um músico, uma velhinha, um bebê e animais, como a vaca e o caracol, são os personagens que se movimentam nos cenários do campo e da cidade, cada qual com seu próprio universo. A rua de um centro urbano é o ponto de encontros e desencontros no cotidiano dessa gente, o que dá sustentação ao espetáculo. A maioria dos personagens vive e depende da rua, o que exige uma dose de solidariedade e companheirismo na luta pela sobrevivência.

IN ON IT (Enrique Diaz)
Amor, solidão, paixão, medo, alegria, apatia - são algumas das sensações vividas pelas personagens “Esse Aqui” e “Aquele Ali” de "In On It" dirigida por Enrique Diaz e encenada por Emilio de Mello e Fernando Eiras.
 
INVEJA DOS ANJOS (Armazém Companhia de Teatro)
José, homem sem um dos braços, um ser ancestral da cidade onde se desenrola a trama, desce das alturas andando verticalmente sobre trilhos direcionados para o céu. Um carteiro transita pelas relações da localidade. É por meio dele que surgem os núcleos de Tomás e Natália (pai e filha), Luísa e Branca (mãe e filha) e de um casal, Rocco e Cecília. Cada qual atravessa uma crise precipitada por mortes ou nascimentos de fato ou simbólicos.
 
A FALECIDA VAPT VUPT (Antunes Filho)
Uma mulher tuberculosa dos subúrbios cuja única esperança de redenção consiste num enterro de luxo – a matéria-prima exacta para um ensaio sobre a vida contemporânea, as suas velocidades e interferências.
 
BATATA! (Dimenti)
Propõe um diálogo entre a obra teatral de Nelson Rodrigues e alguns dos mais inventivos autores baianos contemporâneos, que elaboraram para o Dimenti textos inéditos. Os autores baianos envolvidos na montagem prepararam textos no mesmo estilo, que, de diferentes maneiras, tratam da relação íntima entre amor e morte, além de outras temáticas.
 
ELDORADO (Eduardo Okamoto)
Acompanhado de sua rabeca, um cego busca o que nenhum homem jamais pôde encontrar: Eldorado. O espetáculo nasce da observação do cotidiano de rabequeiros de Iguape e Cananéia (SP), a partir de causos, músicas, ações, gestos e vozes. Fala de territórios de viagem, onde o viajante é atravessado enquanto atravessa geografias, onde todo homem é único e igual aos demais.
 
COMUNICAÇÃO A UMA ACADEMIA (Club Noir)
Em "Comunicação a uma Academia", um macaco, interpretado por Juliana Galdino, relata à platéia como se tornou humano. Vigiada por um guarda armado (Gê Viana), a criatura fala sobre o processo de transformação por meio do qual aprendeu a se comportar como um homem. O macaco relata sua história aos excelentíssimos senhores membros da Academia. Enfatiza que lutou para aprender a se comportar como um de nós: aprendeu a apertar mãos, a fumar cachimbo (costume que caracteriza civilização), a beber aguardente, a falar (conquista suprema) e, por fim, a pensar como um de nós.
 
2 NÚMEROS (Cia. Portátil)
Esta peça é uma metáfora dos enigmas que envolvem a presença do homem neste mundo através de danças e artes visuais.
 
ZERO (Cia. Mevitevendo)
Zero é um lugar estranho, onde tudo “quase” existe e nada é verdadeiro. Lá, manivelas fazem o sol e a lua aparecerem e um único botão é capaz de acender um céu de estrelas. Neste mundo esquisito, tudo é chato e sem graça. Até que um dia, entre chaminés e máquinas, aparece um pequeno pássaro que, com seu canto, mudará para sempre aquele lugar.
 
O SÍTIO DOS OBJETOS (Grupo Marisa Basso)
Na história, petecas, funis, espanadores, leques, luvas, garfos, espremedores de frutas, escorredores de arroz e outros utensílios domésticos se transformam em personagens rurais: galinha, vaca, pato, pavão e pássaro.
 
SAPECADO (Banda Mirim)
Conta a divertida história da roceira Assunta, do seu cachorro Rex e de Adauto, o carteiro. Os três viajam pela Estrada de Bromongó, rumo ao baile na Vila do Sapecado.
A jornada destes personagens é o fio condutor da trama. Elementos da cultura popular são levados ao palco, como festas e lendas do sertão, é uma oportunidade para a garotada da "cidade grande" conhecer o Brasil Caipira.
O palco é a estrada, cenário de palha e chita onde vacas e sapos namoram ou a Benzedeira e o Coisa Ruim se desafiam em um repente.
 
VIS MOTRIX (Grupo Imago)
Baseados nas técnicas do teatro de animação japonês, Buranku, que trabalha somente com narrativas musicais e a manipulação dos bonecos, sem falas, os atores dão vida aos bonecos. Em experiência inédita, com muita criatividade e perfeita sincronia, os sete integrantes fazem as marionetes ganhar movimentos, andar, jogar, se divertirem, além de expressarem emoções, encantando adultos e crianças.
 
O SILÊNCIO DOS AMANTES (Cia. Escola 2 Bufões)
A incomunicabilidade, a incapacidade de homens e mulheres enxergarem o papel que ocupam nas vidas uns dos outros e o peso da palavra não dita são as chaves emocionais que norteiam o novo trabalho do diretor Moacyr Góes. Moacyr tomou quatro contos do livro O Silêncio dos Amantes, de Lya Luft, e os transpôs para a linguagem cênica. São "histórias de partidas, perdas, danos, de palavras não ditas que levam ao drama, de intolerância e desamor", diz ele no texto de apresentação do espetáculo.
 
SENHORA DOS AFOGADOS (Zé Henrique de Paula)
A história de Eduarda (Einat Fabel) e Misael (Tony Giusti), que acabam de perder a filha caçula, está intacta. Pedaço de Mim e A Ostra e o Vento, de Chico Buarque, A Ilha, de Djavan, e Meu Veneno, de Milton Nascimento, figuram entre as onze canções inseridas na trama. Interpretadas pelo elenco na companhia de Fernanda Maia ao piano e Luciana Rosa ao violoncelo, vez ou outra elas soam excessivas, mas o trabalho dos 21 atores garante a tensão dramática e mostra que renovar Nelson é possível.
 
O CANTIL (TEATRO MÁQUINA)
Dois homens em uma viagem sem espaço nem tempo definidos. Entre os dois se estabelece uma relação extremada, de desconfiança total e de pura subserviência, transfigurada pela ausência/presença do cantil e exposta pela metáfora da manipulação
 
CAMINHO PARA MECA (Yara de Novaes)
Traz a atriz Cleyde Yáconis como a protagonista. A montagem aborda a trajetória de Helen Martins, uma sul-africana que se expressa por meio da escultura. Nascida e criada em uma pequena comunidade branca da África do Sul, em pleno deserto, Helen possui formação conservadora, que prega o culto protestante obrigatório. Ao ficar viúva, ela descobre que não amou o homem com quem era casada e abandona a igreja, pois suas crenças foram destruídas. Assim, ela descobre sua afinidade com a escultura e vê a arte como um caminho para sua liberdade pessoal e para criar sua Meca.
 
RAINHA[(S)] – DUAS ATRIZES EM BUSCA DE UM CORAÇÃO (Georgette Fadel e Isabel Teixeira)
Nesta livre recriação do clássico “Mary Stuart”, de Friedrich Schiller, as atrizes Georgette Fadel e Isabel Teixeira tornam-se as rainhas Elizabeth I e Mary Stuart, que em meio a divergências pessoais e religiosas disputam o trono da Inglaterra na segunda metade do século 16.
 
A MARGEM (Cia. do Gesto)
A peça conta - sem texto algum, mas com a emissão de sons - a história de dois moradores de rua que dividem o cotidiano por meio de uma relação criativa com o mundo. Eles apropriam-se e reinventam esse mundo que os recusa e lutam para não perder sua essência e para se manterem vivos no limite entre a realidade e irrealidade.
 
EINSTEIN (Teatro Extremo)
Explora os caminhos divergentes e convergentes da ciência e da arte, pedras fundamentais no desenvolvimento da cultura humana. Pois como diria Einstein “ambas partilham o mesmo mecanismo do descobrimento”.
 
AFTER DARWIN (Grupo Arte Ciência no Palco)
Mostra os conflitos que envolveram o jovem Charles Darwin e Robert Fitzroy, capitão do Beagle --navio que levou o naturalista a lugares onde fez importantes descobertas. É a primeira incursão pela biologia da companhia, que tem lidado sobretudo com a física.

DAS SABOROSAS AVENTURAS DE DOM QUIXOTE DE LA MANCHA E SEU ESCUDEIRO SANCHO PANÇA – UM CAPÍTULO QUE PODERIA TER SIDO.
(Grupo Teatro que Roda/ Goiânia-GO)
Dom Quixote invade a multidão e encontra um catador de lixo. Transforma-o em seu fiel escudeiro Sancho Pança e parte para as ruas, lembrando as vias sacras das cidades do interior nas sextas-feiras santas. E mais uma vez as noivas correm, empurrando as pessoas, e deixando o Dom Quixote alucinado. Alucinado ficou também quem se arriscou a pegar aquele caminho de carro pra voltar pra casa depois do dia de trabalho. O horário de pico no trânsito ficou um inferno, com buzinas, gente gritando, polícia, motos, pedestres: estava armada a confusão que só um louco à procura de sua amada poderia fazer!

MISÉRIA, SERVIDOR DE DOIS ESTANCEIROS (Hamilton Leite)
É a continuidade da saga do personagem Miséria que depois de sua suposta morte não pode entrar no céu e nem no inferno, então ficou vagando pelo Pampa e decidiu vir para a cidade grande, ou seja, para a capital Porto Alegre, final do século XIX, a partir daí a "miséria" começa a se espalhar também pela capital. Nesta nova trajetória, o personagem Miséria tenta trabalhar na cidade grande como carregador. Quando se dá conta que o que ganha é muito pouco, começa a trabalhar para dois estancieiros que chegam do interior. É no meio destas confusões e trocas de patrões que se dão as peripécias de Miséria na capital. O espetáculo Miséria Servidor de Dois Estancieiros é concebido para apresentações ao ar livre - teatro de rua - em parques, praças e ruas, com uma estrutura ágil e funcional de cenografia, figurinos coloridos e inspirados nas vestimentas gauchescas no final do século XIX mesclados com figurinos da commedia dell'arte.

Colaborador:
Lucas Pessoa

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Putz, muita coisa boa! Mais uma boa sacada do AqueleSite, Parabéns p vcs! =)
 
Paulo Vitor (19/06/2009 00:48:31)
 
Que bom vcs são bem rápidos, por que o próprio site não tem...está escrito em breve!!! Beijos e valeu.
 
ANDREIA (22/06/2009 12:26:35)
 

 

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